Mesmo quando a nossa história já vai tão longe, eu continuo a contá-la às pessoas que vou conhecendo.
Como se não me quisesse despedir.
Como que se fosse a minha maneira de ter aqui.
Eu espero. Desde o dia que sais-te que o faço.
Sei que não sentes nada por mim, sei que és um cabrão e que fodeste a ideia de amor que eu tinha, além do resto.
Sei que me destruís-te, que me pisas-te. E por isso mesmo nunca mais me rebaixaria perante ti.
Mas o que faço com esta merda de sentimento?
Tento matá-lo em cada cigarro que fumo a pensar em ti.