Não. Gritei eu, hoje.
A sério, não. É que nem penses.
Não quero lençóis amarelos nem universos paralelos.
Não quero o estômago a rebentar de borboletas nem o coração apertado.
Não quero olhares castanhos mel nem cócegas.
Não quero ver-te assim vestido nem brincadeiras.
Não quero a vista da ponte nem a do céu.
Não quero esse sítio, demasiado meu.
A sério que não.
Mas tu conheces-me e sabes que minto demasiado mal.