Talvez eu não me queira conhecer.
Talvez eu não queira admitir o quanto sou frágil e preciso de atenção.
Talvez eu não queira falar dos meus traumas, saber que me mudaram, tanto.
Talvez eu não queira sentir a necessidade de ter um pilar para suportar os meus alicerces imperfeitos.
Talvez eu não queira saber o quanto acredito no amor e o que sou capaz de me dar por ele.
Talvez seja mais fácil viver assim, com máscaras,
no rosto;
e no coração.
Como a Lua, que só nos mostra uma face.
