de todos os dias.

Um amor de todos os dias.
Não só de sábado ou domingo.
Um amor que leve uma flor à segunda.
Um beijo à terça.
Um abraço à quarta.
Um sorriso de olhar à quinta.
Um chocolate à sexta.
Um amor que seja sempre amor.
Não só mais ou menos.
Não um "vai indo".
Um amor que sobreviva na rotina, e ainda assim continue, amor.
Um amor que lute, seguro.
Um amor de 60 anos.
E que o seu fim seja o último suspiro dos dois de mão dada.
Um amor de todos os dias.
Eu (só) acredito neste amor.