#quintadoscontos

O jardim continua lá.
O banco também.
Aposto que que ainda tem gravado os nossos nomes no canto do lado direito.
Incrível como os bens materiais ficam quando o amor se vai.
E oh se nós fomos, meu amor.
Embora.
Para longe.
De um do outro, de um com o outro.
Afinal de contas os contos de fadas também acabam.
Mas como, meu amor?
Tu prometeste que ficavas, que lutavas, que amavas mais que tudo neste mundo, mais que a ti próprio.
Tu disseste-me, naquele banco, ai o banco, tão nosso, que me querias para sempre.
Como te foste embora?
Para onde foste que eu não te encontro?