mudança.

Adoro a mudança.
Não medo algum de deixar tudo e ir.
Seja onde for.
Desde que me faça sorrir.
Não tenho medo de deitar abaixo tudo o que construi, só para fazer de novo e melhor.
Não tenho medo de admitir que errei, baixar a cabeça e descansar no chão, porque sei a força que virá depois disso.
Sei que aconteça o que acontecer, mude o que mudar, eu vou continuar a querer ser feliz, só. 
Vou continuar a sorrir com a lua e a dançar com as estrelas.
Adoro a mudança, sobretudo
a minha. 

(peço desculpa a demora do texto do dia 6, mas agendei a publicar e pelos vistos deu erro ou fiz algo mal, aqui estão os dois textos.)